Se você chegou até aqui, provavelmente já sentiu aquele frio na barriga ao garimpar uma peça única que parece ter saído de um filme de época, né?
No Storm, a gente acredita que conhecer a história do que você veste é o primeiro passo para um consumo consciente e cheio de personalidade. Por isso, preparamos esse guia para você nunca mais ter dúvida na hora de identificar um tesouro vintage.
Afinal, o que é vintage?
Para uma peça ser considerada vintage, existe uma regra de ouro no mercado da moda: ela precisa ter entre 20 e 100 anos de idade.
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Menos de 20 anos: É considerada apenas second-hand (segunda mão), o que não diminui sua importância!
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Mais de 100 anos: A peça entra na categoria de antiguidade.
O vintage é um recorte do tempo. É aquela peça que sobreviveu a décadas e carrega consigo o corte, o tecido e a estética de uma era específica — seja o glamour dos anos 50, a psicodelia dos anos 70 ou o minimalismo grunge dos anos 90.
Dica Storm: Vintage não é apenas idade, é qualidade. Muitas dessas peças duraram tanto tempo justamente porque foram feitas com materiais e acabamentos que não encontramos mais no fast fashion atual.
Vintage vs. Retrô: não confunda!
Muita gente usa as palavras como sinônimos, mas elas são bem diferentes:
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Vintage: É o item original da época. Um vestido fabricado em 1980, por exemplo.
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Retrô: É uma peça nova, fabricada hoje, mas que se inspira no estilo do passado. É uma releitura.
O Santo Graal dos garimpos: a etiqueta CGC
Se você é do Brasil e gosta de garimpar, com certeza já ouviu falar ou viu uma etiqueta com a sigla CGC. Mas você sabe o que ela significa?
O CGC (Cadastro Geral de Contribuintes) foi o antecessor do que hoje conhecemos como CNPJ. Ele foi substituído oficialmente em 1999.
Por que a etiqueta CGC é tão importante?
Quando você encontra uma peça com "CGC" na etiqueta interna, você tem uma prova documental de que aquela roupa foi fabricada, no máximo, até o final dos anos 90. Ou seja:
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Garantia de autenticidade: É a forma mais fácil de comprovar que a peça é verdadeiramente vintage.
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Qualidade de época: Peças com CGC geralmente possuem fibras naturais mais resistentes e acabamentos manuais que se perderam na produção em massa atual.
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História nacional: É um registro da indústria têxtil brasileira de décadas passadas.
Por que investir em moda vintage?
Além do estilo único (afinal, a chance de encontrar alguém com a mesma roupa que você é quase zero), o vintage é um dos pilares da sustentabilidade.
Dar vida nova a uma peça que já existe evita o desperdício têxtil, economiza água e reduz a emissão de carbono. Garimpar no Storm é unir o amor pela estética com o respeito pelo planeta através da moda consciente.
Aqui neste artigo, você aprende a escolher com sabedoria suas novas peças vintage.
Curtiu saber mais sobre a origem das nossas peças?
Agora que você já é expert em identificar um vintage de respeito, que tal conferir as novidades do nosso drop?
